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Quando o Marketing imita a vida, ou vice e versa

por | set 25, 2020 | Conteúdo, Engajamento, Marketing | 0 Comentários

Conhece aquele ditado que diz: “Quando a vida imita a arte, ou vice e versa”? Pois é, adaptei.

Eu gosto muito de usar analogias para que as pessoas consigam me entender de forma clara e, o Marketing e o jornalismo, e vice e versa, minhas áreas, são cheios desses gatilhos. Já falei em alguns posts a palavra “namorar”, flertar com o digital! Sim, é assim que funciona…

Quem escreve tem a preocupação de conquistar e SEGURAR o leitor no seu texto é preciso prender a atenção dele. O Google é muito rigoroso com isso, todos os sites publicados precisam passar nos testes da taxa de rejeição e conversão, para ser bem ranqueado no Google e estar posicionado na tão amada primeira página… Quer dizer que, se o leitor passa pouco tempo navegando na sua página a sua taxa de conversão vai ser baixa e a sua pontuação também, nesse caso, as suas chances com a primeira página são baixos. Mas, se o seu leitor ficar preso na leitura, os algoritmos vão entender que seu conteúdo é interessante e então sua taxa de conversão aumenta, funciona como um controle de qualidade.

Técnicas de texto que convertem e vice e versa

Outra das exigências do SEO (Search Engine Optimization – Motor de Otimização de Busca), para o conteúdo orgânico, é o volume de texto e de palavras chaves. Quer dizer que, quanto mais opções de busca, mais chances de ranquear.

Então temos que ter textos longos e legíveis. No marketing e no jornalismo fazemos o contrário, precisamos informar o máximo possível no menor volume teclas. Parece contraditório não?

Não! Porque se soubermos escrever, conseguimos prender o leitor em textos mais longos e cheios de conteúdos interessantes. A atenção está diretamente relacionada com os interesses em comum e a capacidade de tomar uma decisão, isso está no campo da consciência. Faça a sua atenção cativa! Primeiro você precisa entender o seu leitor, saber o que ele busca, colocar-se no lugar dele.

Acima de tudo, você precisa ser atraente. Sabemos como é difícil agradar a todos, e como é chato forçar para ser aceito. Então, treine a você mesmo e treine os seus leitores. Encontre um jeito de fazer isso logo.  Já falamos como funciona a fórmula da amizade, agora vamos falar de gatilhos mentais. Por que fazer amigos é mais fácil do que arrumar um (a) namorado (a), não é mesmo? Agora você tem que ser atraente, agradável e prender a atenção dos seus leitores.

A psicologia de busca gira em torno do usuário: suas necessidades, sua forma de buscar por respostas, os resultados que ele espera. De forma resumida, a psique humana frente aos mecanismos de busca passa pela necessidade de suprir um desejo específico. Entendeu? Isso quer dizer que se o leitor chegar até você através da busca do Google, isso acontece a partir das suas palavras chave, é por que ele espera que você entregue o que ele procura.

Você sabe guardar a cerejinha do bolo para o final?

Quer dizer, nunca entregue o ouro no primeiro parágrafo, guarde a cerejinha! Segure o leitor para pelo menos, até a metade do texto. Dê preferência a argumentos mais leves, menos formais, uma conversa entre amigos! Como falamos, o Google mede o tempo em que as pessoas permanecem no site, a conversão. Os chatos, por mais conteúdo que tenham, não são bem vistos. E se as pessoas entram no site e saem rapidinho você vai ficar com uma taxa de rejeição bem alta. E isso não é bom!

Imagine se no seu grupo de amigos você estiver com a taxa de rejeição alta? Ou então, se você tiver com a taxa de rejeição alta nos relacionamentos amorosos?

Os relacionamentos são ferramentas para evoluirmos como seres humanos, temos que dar o nosso melhor e vice e versa. Eu gosto muito de uma frase: “O veneno da serpente é o seu antídoto” – Você faz o bem e colhe o bem, mas o contrário também vale! Essa lógica se aplica para a “vida online” hein, fique esperto (a)!.

Chame a atenção!

Use subtítulos, palavras de ligação, faça frases e parágrafos curtos e acima de tudo, use os gatilhos mentais.

Eu penso que ir além das técnicas pode ser mais agradável, e apesar de mais desafiador, pode trazer melhores resultados. Falar da vida real, contar como você se sente, abrir o seu coração pode atrair mais o interesse das pessoas. Mas precisamos falar das técnicas, afinal, pessoas as estudaram para nos contar, então vamos lá:
Podemos usar  alguns macetes do Google, como algumas fórmulas de neuromarketing. Com cuidado e atenção seremos autoridade no nosso assunto rapidinho.

Veja algumas técnicas muito usada no Marketing:

Conhece aqueles apelos do tipo: “últimas vagas”, “ingressos esgotando”, eles funcionam bem para o leitor. É legal criar algumas ofertas, por exemplo: “Se você leu até agora então, garanta sua vaga já, porque só temos 20 lugares, fazendo sua inscrição agora você ganha um brinde surpresa”.

Logo, o gatilho de autoridade é outro recurso bem interessante, muitas vezes ele atinge a dor da insegurança, então, ofereça confiança. Diga que o seu negócio é a melhor escolha com as melhores soluções, confiança é fundamental!

O gatilho de especificidade: Sabe quando compramos um produto de R$ 4,99, quase sempre ele passa a ser 4 e pouco e não 5 reais, se você for específico nos teus textos significa que pesquisou, foi a fundo…

E por fim, o gatilho emocional: atingir as dores do cliente. Cria ansiedade no leitor, jogar os problemas na cara dele, e cria uma história, um caminho claro para as soluções. Crie um storytelling.

A roda das emoções

O marketing fala muito das dores do cliente, sobre usar as dores das pessoas para atraí-las à compra. Acho grotesco tratar assim, mas é fato, existem estudos que comprovam que atingindo as dores conseguimos prender mais a sua atenção. Enfim, na prática, quem não se sente melhor, em um dia triste, fazendo umas comprinhas? Espero que eu não seja a única aqui!

Um psicólogo americano, Robert Plutchik, tentou mapear este universo complexo das emoções. Ele usou como base a teoria psicoevolucionária integrativa das emoções. É uma das mais influentes abordagens classificatórias para respostas emocionais em geral. Ela considera que existem oito emoções primárias: raiva, medo, tristeza, nojo, surpresa, curiosidade, aceitação e alegria. O trabalho dele deu origem à chamada Roda de Emoções.

A união de duas pontas imediatas da estrela forma a chamada díade, uma dupla primária que resulta em um terceiro sentimento. Por exemplo: a união da alegria com a confiança dá origem ao amor. Raiva e nojo podem levar ao desprezo; êxtase e terror tendem à admiração, e por aí vai. Leia

O que estou querendo dizer com isso? É que a mistura de certas palavras podem produzir sentimentos no leitor, mas conhecer essas técnicas é muito importante, porque não queremos atrair sentimentos negativos e nenhum tipo de desprezo, não é mesmo?

Método AIDA

Esse conceito é muito importante para quem trabalha com marketing digital.

AIDA significa: Atenção, Interesse, Desejo e Ação.
O marketing sustenta que todo comprador passa por um ciclo, chamado de jornada do cliente. Basicamente, o método AIDA, considera informações sobre o que o consumidor pensa, necessita e deseja para propor as etapas necessárias para gerar leads e alcançar mais vendas. Em outras palavras, o modelo serve para dar aquele empurrãozinho em clientes indecisos e incentivá-los a avançar pelo seu funil de vendas.
No decorrer da leitura, a pessoa tende a passar para a fase da decisão e depois disso para a ação. Começo, meio e fim. Sendo assim, se você não contar uma boa história, as chances de conquistar leads e vendas são pequenas.

Entendido isso? Agora você já sabe que se a taxa de rejeição for muito alta, sua pontuação no Google vai cair e você cai nas buscas, e nós queremos estar na primeira pagina. De acordo? Ou vice e versa?

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